Que imagem incrível: O Mestre Manoel Jacintho Coelho entre lendas da música brasileira, tocando violão 7 cordas nos Arcos da Lapa, rodeado por Pixinguinha, Jacó do Bandolim e Jackson do Pandeiro — isso é poesia pura da cultura carioca e do samba, disseram na ocasião!
Chamado de Grão-Mestre Varonil, Manoel Jacintho Coelho, ficou conhecido principalmente como escritor/autor da obra transcendental UNIVERSO EM DESENCATO e fundador da Cultura Racional, a Cultura do Desenvolvimento do Raciocínio. Mas há relatos e registros de sua afinidade e envolvimento com a música popular, especialmente a música de raiz brasileira, como o chorinho, que nos anos 50 e 60, era comum nos bares próximos aos Arcos da Lapa, bairro boêmio do Rio de Janeiro.
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| Manoel Jacintho, com Pixinguinha, João Robeerto Kelly e outros músicos |
O violão de 7 cordas é instrumento tradicional do samba e choro carioca, usado para dar uma base harmônica e linhas de baixo junto à melodia. Estar nos Arcos da Lapa, um centro histórico da boemia, remete a um ambiente cultural efervescente, onde músicos como Pixinguinha e Jacó do Bandolim foram reis do chorinho e do samba.
Manoel Jacintho, Pixinguinha, Jacó do Bandolim, Jackson do Pandeiro e João Roberto Kelly:
Pixinguinha (1897–1973), gênio do choro e da música instrumental brasileira, é um ícone do Rio, considerado um dos maiores compositores e arranjadores do país.
Jacó do Bandolim (1918–1969), discípulo e sucessor de Pixinguinha, também foi mestre do choro e trouxe enorme contribuição ao gênero. Seu filho, o então conhecido Sérgio Bittencourt, jurado do antigo programa Flávio Cavalcanti, na extinta TV Tupi do Rio de Janeiro, foi o autor do chorinho "Naquela Mesa", feito em homenagem ao pai, Jacó do Bandolim.
Jackson do Pandeiro (1919–1982), mestre do ritmo e da percussão nordestina, conhecido por popularizar ritmos como o baião e o coco. Tem várias músicas enaltecendo a Cultura Racional.
João Roberto Kelly (1938), músico pianista, compositor, produtor musical e apresentador de TV, não era propriamente ligado ao choro raiz, mas entretanto, se tornou estudante membro da Cultura Racional e fazia parte do grupo de músicos que acompanhavam o mestre MJC.
Manoel Jacintho Coelho (1903–1991), conhecido autor e criador da Obra UNIVERSO EM DESENCANTO, era fã do famoso chorinho brasileiro e amigo próximo de grandes chorões como Altamiro Carrinho, Pixinguinha, Jacó do Bandolim, Jackson do Pandeiro e outros nomes famosos.
Uma possibilidade histórica?
Ainda que não haja registro formal, jornalístico ou documentado na mídia tradicional e oficial, de que Manoel Jacintho Coelho tenha tocado especificamente com esses músicos famosos, existe alguns registros fotográficos em publicações alternativas de que ele realmente conviveu em ambientes musicais do Rio de Janeiro, especialmente durante os anos 1930–1950.
Muitos artistas e intelectuais da época frequentavam os Arcos da Lapa, famoso ponto de encontro de boêmios, sambistas e músicos populares. Como era conhecido que ele tocava violão de 7 cordas, isso já o colocava entre músicos que participavam da rica tradição do samba e choro carioca, como de fato, aconteceu.
Texto elaborado pelo jornalista Julio Cesar de Carvalho (Julio Kzar), com o apoio e pesquisa do ChatGPT.
E-mail: juliocesar.decarvalho@gmail.com
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Site oficial: www.culturaracional.com.br
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